Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

“A teoria da conspiração”

 
Depois de uma observação atenta, conhecimento profundo e grande reflexão, concluí que, nos tempos que correm, estamos a ser vítimas de um ataque pré invasivo alienígena sem precedentes. Isto vem de encontro a toda a especulação e ficção-científica que punha como hipótese a existência de vida extraterrestre. Desta forma, confirma-se que o nosso planeta não é um milagre, um oásis, o único com condições para desenvolver “sistemas autónomos e interdependentes extremamente dinâmicos que competem e partilham energia e sequências de informação básica (organismos vivos)” (in DUARTE, Filipe – Frases e textos para o Blog; Editora O Próprio, Venade, 2007. ½ p. ISBN 08-04-1984) e que o Universo ainda é um grande escuro por explorar e desvendar. Apesar de existirem indícios, estes não servem de provas concretas, totalmente esclarecedoras, devido a defeitos das máquinas fotográficas ou câmaras de vídeo onde as imagens ficam pouco nítidas; ilusão óptica; ao discurso de pessoas com perturbações psíquicas vitimas de alucinações; até à alta incidência de indivíduos dispostos a divulgarem faseadamente, com o intuito de obter lucros, um possível relato de ter presenciado a uma situação deste tipo numa tentativa de aproveitamento. Por outro lado, é certo que existem razões muito fortes e que depois de devidamente analisadas com pormenor me levam a fazer a afirmação inicial.
O nosso planeta, ao ser um local de condições amenas, é um alvo propício e fácil para colonos de outros sistemas planetários e que queiram instalar-se e explorar este “habitat” tão rico. Uma das razões que fundamenta o meu raciocínio, é o facto de a Terra não ser um astro de grandes dimensões, ser de constituição sólida e de não oferecer grandes obstáculos à sua instalação. Aliado a isto, se adicionarmos o facto de conter uma grande quantidade de ferro e carbono, teriam aqui a matéria-prima para a construção das suas veículos espaciais de transporte em aço inoxidável ou em fibra de carbono, mais leve ainda.
Mas, mais atractivo ainda, se encontrava o nosso planeta à 65 milhões de anos onde era um enorme dispensa, com animais de caça grossa que poderiam ser abatidos com tiros de meteoritos, consumidos e aproveitada até a pele para fazer malas e calçado de pele de réptil. No entanto, descuidaram-se e acabaram principalmente com todos os dinossauros. Quando se deram conta já era tarde demais, o negócio entrou em falência, pois não compensava matar pequenos mamíferos roedores da altura e abandonaram o nosso planeta indo em busca de novas oportunidades nas constelações do leste.
Por outro lado, quando digo que um ataque por parte destes seres está prestes a ser feito fundamento também no buraco do ozono que estão a construir e alargar. Não se trata apenas de uma porta aberta para os raios ultravioleta, mas também uma entrada, uma falha no nosso escudo natural contra incursões externas hostis.
O efeito de estufa, provavelmente, ainda não está confirmado, mas pensa-se que será fruto de uma tentativa de adaptarem as condições ambientais às suas necessidades, pois uma atmosfera constituída em grande parte por oxigénio é um cenário muito pouco provável no seu local de origem, independentemente da sua proveniência, até pelas suas propriedades oxidativas, certamente altamente prejudiciais ao seu metabolismo, pelo que estariam a tentar recrear cá um meio anaeróbio para subsistirem. Pelo que me parece, uma estratégia premeditada por estes é incendiarem as florestas de modo a elevar a concentração dióxido e monóxido de carbono. Até porque, o buraco do ozono localiza-se principalmente por cima dos pólos, no Árctico e na Antártida, locais onde devem estar alojados e, ao atearem assim grandes fogueiras, seria uma forma de estarem mais quentinhos, embora derretendo as calotes e provocando inundações, o que lhes é indiferente. Mas o mais curioso, é que o que eu estou aqui afirmar sobre estes incêndios provocados por extraterrestres é comprovado por alguns habitantes de metrópoles mundiais que representavam alvos-chave, verdadeiros pontos estratégicos para alcançar os seus objectivos no controlo do nosso mundo, nomeadamente Perneixido, Alportão, Sabugalho, Valmazedes-de-Freixo, São Timóteo da Cunca, Farranholas, que confirmam ter visto a queda de objectos estranhos de veículos aéreos que deflagraram fogos nas suas propriedades. Ao destruírem a flora silvestre, estes astutos invasores tencionam exterminar de forma subtil com a fauna selvagem como o chimpanzé, o orangotango e gorila-de-dorso-prateado, a seguir a nós dos animais mais inteligentes e que poderiam representar alguma ameaça para os seus propósitos como é possível constatar no filme Planeta dos Macacos, grande êxito ao qual deveriam ter acesso através da TV Cabo que agora é feita por satélite.
Para nos atingir, estes alienígenas são responsáveis por muitos dos furacões no Estados Unidos que, para além, das perdas materiais e humanas fragilizam a potência terrestre mais desenvolvida e com maior poder de defesa em caso de ameaça, obrigando a mobilizar os seus recursos para manobras de ajuda e salvamento em detrimento da prontidão de resposta em caso de alerta para um perigo. Da mesma maneira, estou convicto também que os vírus informáticos são obra destes agressores, pois afectam apenas sistemas de informação e não causam doença nos seres vivos, exceptuando-se a sida (Sistema Infiltrado de Dizimação Apurada), que a meu ver trata-se de um plano de controlo do número de indivíduos da nossa espécie. Muitos, ainda ingenuamente, acreditam ter sido transmitida por via do macaco, o certo é que esta supostamente doença ataca, infectando sem que mais tarde haja cura possível, principalmente aqueles que executam as manobras de procriação. Ora, isto é claramente uma medida de controlo da população.
 Outra medida de selecção proveitosa com vista em satisfazer os interesses destes opressores consiste em todos os anos arremessar para a Terra cerca de 10 toneladas de pó espacial. Já não chegava a poeira e os ácaros das carpetes, o pólen e o pó dos pinheiros na primavera que ainda tínhamos de levar mais esta contaminação do ar. Por de trás deste atentado está um plano macabro com o objectivo de aumentar as doenças respiratórias, como asma e fibrose pulmonar, bastante incapacitantes por diminuírem a capacidade de resistência e tolerância ao esforço, o que é desvantajoso em tempo de guerra. Para além disso, este aumento de partículas prejudiciais no ar contribui para o aumento da taxa de infertilidade que, gerida com engenho, serviria para enfraquecer os países mais industrializados já sensíveis a este problema. Prova disto, é que a taxa de natalidade na Europa e na América do Norte é baixa, enquanto que na Ásia, Africa e América do Sul é muito mais alta, o que infelizmente supõe mais um aliciante, pois incita à mão-de-obra barata e exploração, subjugado estes seres humanos geralmente com menos habilitações.
Quero também denunciar o seu posto de vigia mais próximo, a lua. Sim a lua, pois, para que é que ela serve? Tirando pouco mais que a influencia no ciclo das mares é praticamente inútil, mas muito bem aproveitada pelos nossos vizinhos. Se repararem bem, este supostamente satélite natural da Terra, não parece um campo de treino militar? Quem é que faz aquelas crateras? O Homem é que não foi! Meus amigos, se a isto adicionar-mos as fases de Lua Nova e Quarto Crescente e Minguante quem é que sai beneficiado? Certamente que são eles, pois ao encontrarem-se grande parte do tempo encobertos pela sombra da terra não os conseguimos ver lá em cima, mas estamos a ser observados e controlados desde esta sua base lunar que também serve de porto de abastecimento e “escalagem” funcionando de modo semelhante ao aeroporto das Lages dos Açores no meio do Atlântico.

Por último, queria alertar para a necessidade de estarmos mais atentos as pessoas que nos rodeiam e que surgem nos meios de comunicação, nomeadamente, estranhas e esquisitas. Ainda que pareçam cómicos, muito provavelmente são nada mais, nada menos que espiões inimigos com camuflagens altamente desenvolvidas e especializadas. Vejam só o exemplo da Lili Caneças que não envelhece, precisa por vezes é, periodicamente, de fazer uma revisão do seu facto de camuflagem. Mas, o exemplo mais flagrante, é evidentemente o do conhecido Rowan Atkinson cujo seu nome de código era Mr. Bean e que se infiltrou entre nós com o seu feitio peculiar, ou por acaso, não viram ele a aterrar da nave espacial através da luz teletransportadora no meio da calçada da rua...

Assim sendo, meus amigos acautelai-vos porque o “Independence Day” está a chegar... Arrependei-vos dos vossos pecados, reconciliai-vos e unindo-vos como irmãos, dai as mãos, porque está em todos e cada um de vós a esperança para salvar este mundo da devastação... Ámen.
Sinto-me: Aterrorizado!
Roído por Maganão às 17:05

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