Sábado, 30 de Dezembro de 2006

Não há Semana sem Quinta-Feira (baseado in "Havemos de ir a Viana" de Amália Rodrigues)

Depois de dificuldades e problemas

Amigos destes quero tê-los

Pra trocar-mos nossos emblemas

E nunca mais esquecê-los

 

Refrão:

Se o meu sangue esta semana

Ainda não provou qualquer bebida

Havemos de ir prá noitada

Porque amanhã estamos de partida

Porque amanhã estamos de partida

Havemos de ir prá noitada

Se o meu sangue esta semana

Não provou qualquer uma bebida

 

 

 

Trajados de capa ao peito

A ver se não nos dá o vento

Caminhar e segurar-me direito

Não consigo neste momento

 

Refrão:

 

Caloiros tenros caloiros

Ficai com esta crença

Os Doutores têm vinte anos

E os Profs têm quase oitenta

 

Refrão:

Sinto-me: Fadista!
Roído por Maganão às 14:41

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Hello! Machões...

Mesmo obedecendo sempre, a mulher manda no marido à vontade.

Fuller

 

Ex: Humilhar a esposa pondo-a de joelhos... e ela:

- Anda, sai de baixo da cama e luta como um homem!

Sinto-me: Intrigado quanto ao meu futuro
Roído por Maganão às 14:29

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Muda de Vida (baseado in Humanos)

 

Muda de vida para ter um fígado de jeito

Muda de vida, estás-te sempre a embebedar

Muda de vida, para manter o juízo perfeito

Muda de vida, se a velho tu queres chegar

 

Quase a dormir eu sempre te vi

E a vomitar, quando passo por ti

Será por ti ou p’la sede que tens... que beber assim (bis)

 

 

 

Ai, a bebida não, não é nem deve ser

Como uma obrigação para quem quer conviver

 

 

 

Muda de vida para ter um fígado de jeito

Muda de vida, estás-te sempre a embebedar

Muda de vida, para manter o juízo perfeito

Muda de vida, se a velho tu queres chegar (bis)

 

Sinto-me: Anjo da Guarda

R.A.T.O.S.

Roedores

Altamente

Temidos e

Oprimidos p’los

Símios

Sinto-me: Esperançoso
Sábado, 23 de Dezembro de 2006

É Natal!

Estamos numa época do ano (na sua recta final) na qual os centros comerciais, os hipermercados e o comércio tradicional (cada vez menos) conhecem o rebuliço típico do Natal. Se os mais prevenidos começaram a fazer as compras das prendas de Natal em Setembro ou Outubro (mais barato, sem dúvida), há aqueles (a grande maioria) que fazem as suas compras em Dezembro, algum dos quais na véspera de Natal. As prendas não variam muito de ano para ano, senão vejamos:

- Para os mais pequeninos, temos os bonecos da série de desenhos animados preferidos deles (de há uns tempos para cá o Noddy).

- Para os mais pequenos, mas não tão pequenos, temos as roupas da Floribela (Para elas!!! se algum rapaz também as quiser, aconselho os pais a oferecerem-lhe uma consulta no psicólogo antes que seja tarde demais) e as coisas ligadas à morangada (Antes colocávamos posters de jogadores de futebol, de actores de filmes de porrada e de actrizes de filmes duvidosos nas paredes do quarto. Agora colocam-se posters dos D’Zert, dos Morangos, da Floribela e do Beckham!).

- Para os adolescentes quase adultos e para os jovens adultos a variedade de prendas é maior. Se para uns passam por camisolas, peúgas, calças, roupa interior, para outros passa pelo popó topo de gama que o Pai Natal, por ser casmurro, só lhe deu aos 18 anos, pela última consola de videojogos e não sei quantos jogos e por trocar o telemóvel que comprou há um mês e que já passou de moda!

- Entre adultos a coisa é mais fácil. Uma garrafita de vinho do Porto, de Uísque ou Champanhe e toca andar. E Para quem tem uma garrafeira em casa basta ir lá, pegar numa garrafa que lhe tenha sido oferecida no Natal anterior, embrulhá-la e ter o cuidado de não oferecê-la à mesma pessoa!

Chega a esta altura do ano e nunca sei o que hei-de pedir ao Pai Rato Natal. Não sei se peço uma roda giratória para manter a forma, se um queijinho de uma marca melhor ou um DVD do Rato Barulhento (estes tipos são um espectáculo)! Admito que pensei em pedir um carregamento mensal para o telemóvel, mas depois pensei que se houvesse mais ratos a fazê-lo para o ano corria-se o risco de não haver Natal!

Com tudo isto, quero apenas dizer que o Natal está corrompido (pelos vistos em Portugal não é só o Natal). A troca de prendas devia de ser algo simbólico, não supérfluo. Em tempo de crise ficava toda a gente a ganhar se não se fizesse a actual troca de prendas, em que cada um espera que as prendas que oferece não sejam, no mínimo, piores das que recebe. Daqui a pouco vemos os bancos a oferecerem créditos para as compras de Natal!

O Natal deve ser passado em família ou, para quem está longe dela, passado entre amigos, entre pessoas de quem gostamos e que gostam de nós, em sã convivência.

Faço um pedido a todas as pessoas. No meu tempo só recebia as prendas às 00.00h do dia 25. Hoje em dia o Pai Natal, em muitos sítios, é obrigado a entregar as prendas até ao fim do jantar, senão os miúdos (e graúdos também) começam a embirrar com o adiantar da hora. Por isso, peço às pessoas paciência para com o Pai Natal, que por sinal já não é muito novo, prolongando o serão, por exemplo, com jogos em família.

É que eu acredito no (Pai) Natal…

Sinto-me: O Pai Natal!
Roído por Queijo Jeitoso às 01:29

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Felicidade vs Infelicidade

 A felicidade é algo que toda a gente procura incessantemente, visto nunca se alcançar a felicidade total.

Normalmente, vivemos a nossa vida em equilíbrio, vivendo aparentemente felizes. Porém, apenas reparamos que não o somos totalmente, quando acontece algo que nos torna ainda mais felizes. Nestas alturas acordamos da monotonia que a nossa vida era até aí, sentimo-nos no céu, radiantes…Mudamos rapidamente os nossos objectivos, as nossas prioridades, ou pelo menos adaptamo-las em função do factor que desencadeia em nós tamanha alegria. Nada parece abalar o nosso estado de espírito, o nosso estado de alma.

Porém, as coisas não são bem assim. Mesmo quando estamos num estado de felicidade destes, pode haver factores ou acontecimentos que transformem o nosso estado em infelicidade. Nestas alturas, a tristeza e o desânimo que se abatem sobre nós é ainda maior. Como é que é possível que nos deixemos ir abaixo tão facilmente? Não sei. A única explicação que encontro é que damos mais importância aos aspectos (falo de aspectos mesmo importantes e não de coisas como o Benfica perder um jogo) negativos da nossa vida que aos positivos.

Na minha opinião, sempre que um motivo de felicidade coexista ao mesmo tempo com um de infelicidade, é o segundo que nos influencia mais. Por isso acredito que é mais fácil passar da felicidade para a infelicidade, do que o contrário.

Acho que não somos educados a aproveitar da melhor maneira as coisas boas que nos acontecem.

Eu não fujo à regra, mas tenho, cada vez mais, tentado pegar nos vários pequenos momentos de alegria aproveitando-os ao máximo.

Neste momento sou feliz, quero ser feliz e quero que os outros sejam felizes!

Já se costuma dizer que “tristezas não pagam dívidas”. Concordo plenamente e por isso me despeço…tenho que ir atrás da minha felicidade!

Sinto-me: Feliz!
Roído por Queijo Jeitoso às 01:26

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Borat, o Português?

Recentemente fui ao cinema ver o filme Borat e fiquei com a sensação que esta personagem poderia ser descendente de portugueses. Para quem não viu e não sabe, Borat é uma das personagens criadas por Sacha Baron Cohen, criador do também famoso Ali G. Borat é um jornalista do Kazaquistão que fez a sua primeira aparição em público nos MTV Music Awards.

Neste filme, este indivíduo vai para os estados unidos para aprender alguns dos costumes deste país, para depois os levar para o seu Kazaquistão (que é retratado no filme como sendo um país retrógrada, conservador, onde o machismo e o anti-semitismo imperam). Até aqui tudo bem e dou os meus parabéns ao brilhante actor que nos proporciona um conjunto de apanhados que nos demonstra que os americanos são tão ou menos civilizados que muitos cidadãos de outros países.

Agora, o que me deixou um pouco apreensivo, foi a reacção de certas pessoas perante determinadas partes do filme, principalmente naquelas em que o machismo está mais presente. Aí, ri-me muitas vezes por causa do absurdo da situação e da maneira como o tema é abordado no filme. Contudo, alguns homens, que se encontravam na sala, riam-se de uma maneira que indicava o que estavam a pensar: “Este gajo é cá dos meus”! E isto preocupa-me, pois fico a pensar se Portugal também ainda não será um país parecido com aquele Kazaquistão retratado no filme…

Sinto-me: Pensativo
Roído por Queijo Jeitoso às 01:17

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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006

Armadilha (baseado in MOMENTO – Pedro Abrunhosa)

Uma espécie de troféu

Um pedaço a chamar

Uma mão que o meteu

Uma pronta a disparar

 

Um engenho perfeito

Uma arma no chão

Um caminho cortado

Um naco de requeijão

 

Uma gula só minha

Uma baba inquieta

Um desejo que actua

Uma vontade de atleta

 

Uma barriga vazia

Um intestino acordado

Um buraco na esquina

Um dente afiado

 

Um ninho dos meus

Uma prol para cuidar

Um aviso na toca

Uma fêmea a amamentar

 

Uma procura incerta

Uma falta de comida

Uma corrida desesperada

Para ganhar-mos a vida

 

(Refrão)

Pedes-me um momento

Apanhas-me p’las queijadas

Esperas-me com tempo

Porque sabes que me caças

Levas-me sem vontade

Achegas-me a roupa ao pêlo

Pões-me um castigo

Porque fui burro por um momento

(repete)


 

Uma pelagem bonita

Um mamífero discreto

Uma orelha rasgada
Um barulho de insecto

 

Uma vigília constante

Um focinho aguçado

Um olfacto que atina

Um medo apertado

 

Uma cauda agredida

Uma garra de morder

Um predador escondido

Num recanto qualquer

 

Um lar em sossego

Uma dispensa apetrechada

Dois bigodes erguidos

Apontados no nada

 

Uma garrafa aguardente

Uma rolha já gasta

Um caixote escondido

Com um queijo não basta

 

Um pacote aberto

Um café mofento

Um animal que rói

Tanto por fora como por dentro

 

 

(Repete o refrão 2x)

 

Sinto-me: Uma STAR!...

Comem-se uns aos outros!

Para termos ideia da expressão estrema desta lei do mais forte que existe no impiedoso mundo natural, falaria então do tubarão-touro. O tubarão-touro é um animal invulgar para além do seu tamanho e aparência, pois a fêmea no inicio da sua gravidez alberga no seu ventre cerca de 40 embriões saudáveis e em iguais condições de desenvolvimento, mas o que acontece é que esta mesma fêmea só dará à luz uma única cria sã e bem desenvolvida. Era de supor que os outros embriões teriam nalgum momento degenerado para que apenas um gozasse de melhores condições do que se a progenitora investisse em levar adiante a gestação com 40 descendentes que não chegariam a ser tão bem beneficiados. Certo é que a cria que nasce é a mais forte e única sobrevivente de uma chacina que envolveu matar e comer os seus restantes irmãos que com ele compartiam o seio materno, numa luta por ser o maior e o melhor, o mais bem preparado para enfrentar a vida exterior. Durante toda a gravidez, todas as possíveis crias gozavam das mesmas condições dentro do ventre materno, no entanto, apesar da falta de espaço para as 40 ser uma das causas prováveis, esta não é suficiente para justificar totalmente com rigor o sucedido. À medida que vão se desenvolvendo os pequenos monstros vão apurando os seus instintos predatórios ao ponto de, não tendo contra quem investir, voltam-se contra os únicos e possíveis alvos, praticando o canibalismo. Só o mais forte, agressivo e cruel leva avante, apagando todos aqueles que não foram rivais para ele. Tudo isto, passando sem remorsos indiferentemente num mundo onde se mata ou se morre.

Agora, em jeito de reflexão, seremos nós seres humanos, ditos evoluídos e com o dom do discernimento e da razão (considerado uma dádiva divina), mais civilizados que estes exemplos frios do mecânico e inconsciente mundo natural. Muitos mais são os exemplos no mundo das pessoas que nos poderão fazer rejeitar esta premissa de superioridade do Homem. Nos animais chamamos instinto de sobrevivência, o mecanismo simples dado pela Natureza pelo qual se regem estes seres como modo de subsistir e perdurar a espécie. Para nós esta inclinação chama-se egoísmo, quando sempre que surge a oportunidade nos aproveitamos dos outros, pela nossa condição vantajosa ou debilidade alheia, ou as nossas ânsias de chegar ao mais longe sem olhar a meios, independentemente de que fique pelo caminho ou quem sucumba, perdendo tudo. Mesmo sem que seja um mais-valia, podendo conciliar uma convivência harmoniosa, pensando que não poderiam sequer de ter que colidir e competir pelos seus interesses quando o que dispunham era suficiente, mas que nos torna o centro das atenções, no topo. Muitas das vezes fazemo-lo pelo simples prazer ou para alimentar a nossa ganância obsessiva que não admite comparação ao mesmo nível dos demais.

Por fim e depois de desabafar e reflectir olhando para que se disse, se calhar nós é que somos umas “bestas”!

Sinto-me: arrepiado!
Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006

Os ratos não se medem aos palmos!

Sinto-me: o Maior!
Roído por Maganão às 15:14

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