Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

O Enigma da Esfinge!

Todos devem conhecer esta famosa lenda, caso contrário haviam de ser “comidos” por um tipo com uma juba gigante que se viu grego para arranjar um vestido Carnaval, e fantasiou-se de benfiquista no tronco, mas acabou com pés de Sportinguista, Boavisteiro. É claro que estou a falar de João Pinto (a esfinge) e da sua enigmática saída da Luz, uma adivinha a que ainda ninguém soube responder a não ser o seu arqui-inimigo João “Édipo” Vale e Azevedo! Pode parecer interessante falar do passado, mas curioso é também do que vou falar, de outra novidade, também lá daqueles lados. Falo neste momento de um ser mitológico ainda mais aterrador e que ainda muitos portugueses “de segunda” acreditam, seu nome EsMantorras. É apenas uma lenda que alguém se lembrou espalhar. Dizem levar tudo na frente e até pensei estarem a falar do Katrina (furacão), ou de Jardel (e da sua cabeça que dizem ser do Minotauro) perdido num Labirinto de Clubes, no qual andou às voltas e voltou, digamos que, quase ao local de partida. Mas afinal, discutia-se sobre um “vulto” que só foi visto meia dúzia de vezes, pois, muitas pessoas, após irem de propósito para admirar o afamado EsMantorras, a maioria especula, certamente encontrava-se no seu abrigo (no “banco”) a descansar. Isto só no mundo antigo, na mítica “Catedral Encarnada” (Partenón), reino da mais poderosa divindade, Zeusébio, mas que serve de neste momento de poleiro de abutres em Lisboa, região para além da “Greta” que existe entre dois mundos, o Rio Tejo e que agora pertence aos “Mouros”. Tudo isto não passam de histórias sem fundamento, assim como a das harpias gregas temíveis (Katsouranis e Karagounis) para quem invadisse o seu meio-campo, ou mesmo a defender a sua grande área de quem tentasse violar o seu ninho de redes. São afinal meras crenças da antiguidade, fruto do fanatismo cego que em nada espelham a actual realidade. É um absurdo haver um homem com também águia ao peito que corre como uma avestruz, sobretudo quando da cintura para baixo se assemelha a uma mistura de Robocop (meio homem meio metal) e o Capitão Perna-de-Pau. Mas mais engraçado será conhecer o seu enigma, esse sim verdadeiro e espectacular, em muito parecido com a lenda helénica. A charada é a seguinte: Qual é a coisa qual é ela, que de manhã anda a quatro, ao meio-dia de duas e á tarde de três com uma a arrastar? Não é difícil pois não? É um Angolano! Creio que escusado será fazer qualquer tipo de explicações, penso eu... Já deu para perceber que não sou benfiquista, no entanto, pergunto eu agora que vos pareceu esta espécie de metáforas? Alguns adoraram, de mal gosto para outros, certamente ganhei inimigos, mas nada que um jogo amigável de matraquilhos e no fim um aperto de mão não resolva. Desculpem lá, mas senão o texto parecia pequeno e acrescentar um pouco de piadas polémicas, pensei seria um bom incentivo para chamar a atenção dos atentos leitores e de novos e assíduos visitantes deste blog, que tanto prima por ir de encontro ás vossas necessidades de boa disposição e desabafar algumas verdades. Mas depois deste sarcasmo todo e de alguma reflexão, coberta de imaginação adubada biologicamente, proponho ir desta vez sim ao fundo de uma questão que me é próxima, assim como a muitos dos nossos seguidores. Trata-se de um caso verdadeiro que nos deveria fazer ler esta redacção até ao fim. Ainda que pareça mentira, este é bem mais real, sério e triste do que o fantasioso mundo do futebol e se resume a: Qual é a coisa qual é ela, que de manhã anda de quatro, até ao meio-dia de duas e ao principio da tarde de três? Esta interrogação já não é para todas a mentes pois exige um grau de ensino superior, e com isto dei uma pista. De certeza que já lá chegaram. Como podem compreender, estou-me a referir aos recém-licenciados do nosso pais, está claro. Mas qual a explicação perguntarão? Isto porque no início começam por caloiros, não caminham quase rastejam, mas estão apenas a começar para a vida, e é uma situação passageira, conservando assim a esperança, a frescura e a energia de quem até há pouco repousava no secundário. Depois de se erguerem, endireitam as costas e, de nariz empinado com peito para fora, enchem pulmões de ar e presunção caminhando em bicos de pés para tentar mostrar que são os maiores, nem que seja apenas em altura, mas essa já é outra história. Mas eis que após meia jornada de trabalhos e biscates se deparam com a triste realidade, a de já não serem alunos mas ainda não serem trabalhadores empregados, mal tendo sequer para almoçar. Assim comem o pão que o diabo amassou, ou que os pais ainda têm para dar, acabando por voltar a humildarem-se, mas desta vez de três pois uma mão encontra-se esticada para pedir esmola.
Sinto-me: Um exemplo.
Roído por Maganão às 14:49

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